CHUVEIRO  CABOS QUEIMANDO, POUCA VAZÃO:

CAUSAS & SOLUÇÕES                                                                                                                                                                                  

1.      Ar na tubulação

Solução: Desmontar  o registro da parede  e deixar a água jorrar(observação: somente abrir o registro, não retira totalmente o ar da tubulação) AUMENTO SUBSTANCIAL NA DURABILIDADE DE CHUVEIROS E DUCHAS.

2.    Cano de ferro velho entupido

Solução: Substituição da tubulação (nota: raro- existente somente em prédios e casas antigas.)
3.    Altura da caixa errada

Solução: Se for possível, elevar a caixa. Na impossibilidade colocar pressurizador no chuveiro.
4.     Diâmetro da tubulação errado

Solução: O correto ao instalar o chuveiro é colocar tubulação de 25mm soldável (3/4’roscável) e ao chegar no chuveiro reduzir para 1/2’ 
5.     Redutor de pressão colocado no chuveiro.

Solução: Retirar o redutor, o uso do mesmo somente quando for necessário reduzir a pressão da água(água direto da rua ou alta pressão em prédios elevados)

6. Fiação inadequada, falta de conector nas emendas.

Solução: Colocar fiação de acordo com a solicitada no manual do chuveiro, ou  na maioria dos casos em que o quadro de disjuntores é próximo ao chuveiro utiliza-se 6MM para ligações 127V, e 4MM para ligações em 220V. Utilizar conectores  nas emendas entre os fios do chuveiro e a rede, podendo ser conector parafuso fendido, conector barra múltiplo de plástico, porcelana, ou baquelite. Utilizar disjuntores dimensionados adequadamente, contate um  profissional habilitado para realização destes trabalhos! Lembre-se sempre que o ATERRAMENTO é obrigatório!

7. Furos da base do chuveiro obstruídos.

Solução: Limpar a base (onde sai a água) o chuveiro com uma escova retirando as impurezas , desobstruindo os furos de passagem da água.

 

 

 

 PROTEÇÃO PARA ELETROELETRÔNICOS.

EFEITOS DE QUEDAS DE RAIOS , E INTERFERÊNCIAS ELETROMAGNÉTICAS:

CAUSAS & SOLUÇÕES                                                                                                                                                                                  

Danos  em  aparelhos eletroeletrônicos, interrupção do fornecimento de energia elétrica, incêndios,  ferimentos, perdas de vidas.

Soluções:

 Cuidados:

Para evitar a morte de pessoas, deve se, ao aproximar uma tempestade, evite permanecer  em locais de risco, como parques, praias campos de futebol, evitando se esconder debaixo de arvores. Dentro das residências, evite o uso de telefone, chuveiros,  televisor , rádio e computador.

Soluções:

Proteção de vidas:

Em construções de uso público, ou altas, deve se fazer uso de SPDA (para-raios)

que tem a função de encaminhar o raio com segurança para a terra evitando que seus efeitos coloquem em risco a vida de pessoas.

 Para todos os tipos de construções : Aterramento de todas massas, com uso de tomadas aterradas conforme exigência da NBR5410.

Proteção de eletroeletrônicos:

Para todos os tipos de construções  deve-se fazer uso de DPS(dispositivo de proteção de surtos), que são varistores, centelhadores a gás, resistores que tem a função de direcionar surtos de rede para o potencial de terra. Evitando danos a eletrodomésticos, e eletroeletrônicos.

Existem no mercado DPS que protegem contra interferências induzidas  na rede elétrica, da rede telefônica, da rede de cabeamento , e inclusive nas induzidas no cabo de antena tv, coletiva ou particular.

 

 


 DANOS EM MOTORES ELÉTRICOS MONOFÁSICOS E TRIFÁSICOS

 

CAUSAS & SOLUÇÕES                                                                                                                                                                                  

Queima de enrolamentos, causados por sobrecarga, subtensão,  ligação errada, falta de fase em motores trifásicos.

Soluções:

Sobrecarga:

-Utilizar motor adequado para a carga escolhida;

-Utilizar rele térmico  de acordo com a corrente nominal do motor;

-Casos especiais utilizar termopares nos enrolamentos do motor;

Subtensão:

-Monitorar tensão com Voltimetro;

-Utilizar rele de mínima;

 Erro de Conexão(ligação):

 Conferir a ligação de acordo com as especificações da placa do motor e a  tensão da rede em uso;

Falta de fase:

-Utilizar rele de falta de fase,

-Caso não tenha rele de falta de fase, medir a amperagem do motor com amperímetro e regular o rele térmico para amperagem indicada.


 

 DICAS DE SEGURANÇA PARA TRABALHADORES QUE ATUAM DIRETAMENTE E INDIRETAMENTE COM ELETRICIDADE

NR10

A NR10 é uma norma regulamentadora que foi criada por um comitê tripartite

composto de representantes da sociedade, governo e indústria. O objetivo foi

criar procedimentos seguros para trabalhadores que atuam diretamente com

eletricidade como eletricistas, técnicos em eletrotécnica, técnicos em

manutenção, técnicos instrumentistas, técnicos mecatrônicos, engenheiros

eletricistas, engenheiros de manutenção, entre outros, e para trabalhadores que

atuam indiretamente com eletricidade, tais como pintores de cabine primária,

mecânicos que atuam com chaves elétricas, profissionais de manutenção de

máquinas elétricas, pedreiros e técnicos em edificações de empresas de energia

elétrica, agrônomos que atuam em instalações elétricas rurais, enfim, qualquer

profissional que atua direta e indiretamente com eletricidade.

 

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DESENERGIZADAS:

 

Segundo procedimento de segurança em instalações elétricas desenergizadas,

NR10 item 10.5 que está dividida nos sub-itens 10.5.1 e 10.5.2., temos:

10.5.1 – Somente serão considerados desenergizadas as instalações elétricas

liberadas para trabalho mediante os procedimentos apropriados, obedecida à

seqüência abaixo:

A). Seccionamento; Antes de qualquer manutenção o técnico em

manutenção deve desligar todas as fontes de energia que possam

alimentar a máquina, equipamento ou painel elétrico.

B) Impedimento de reenergização; Por meio de travas especiais

“lockout” (cadeados, ferrolhos e outros) travar a chave

seccionadores, nesta trava e recomendado que haja a identificação

do técnico que está executando a manutenção.

C) Constatação da ausência de tensão; Utilizando um aparelho de

medição adequado (detecção de tensão) medir os condutores de

alimentação para garantir a ausência de tensão.

D). Instalação de “Aterramento temporário” com eqüipotencialização

dos condutores dos circuitos; Após certeza absoluta que o

equipamento, máquina ou painel está desenergizado, curto-circuitar

na mesma ligação do aterramento temporário todas as fases de

alimentação.

E) Proteção dos elementos energizados existentes na “Zona

Controlada” ; Se no ato da manutenção houver uma área energizada,

mesmo que a mesma não pertença ao circuito ou painel em

manutenção, esta área deve ser isolada com barreiras de isolação.

F) Instalação da sinalização de impedimento de reenergização; Após

as etapas anteriores executadas o técnico de manutenção deve

sinalizar para que não haja o religamento, com etiquetas ou placas

contendo aviso de proibição de religamento, como: “HOMENS

TRABALHANDO NO EQUIPAMENTO”, “NÃO LIGUE ESTA

CHAVE”.

IMPORTANTISSIMO! Instalações elétricas desligadas, mas com

possibilidade de serem energizadas passam a ser tratadas como “Instalações

Elétricas energizadas”.

 

REERNEGIZAÇÃO

 

10.5.2 – O estado de instalação desenergizada deve ser mantido até autorização

para reenergização, devendo ser reenergizada respeitando a sequência de

procedimentos abaixo:

A) Retirada das ferramentas, utensílios e equipamentos; Verificar e

conferir a retirada de todos as ferramentas e equipamentos

utilizados na manutenção, utilizar um “Check-list”

B) Retirada da “zona controlada ” de todos os trabalhadores não

envolvidos no processo de reenergização; Após a manutenção

executada retirar todos os profissionais que não irão participar da

reenergização, este procedimento é recomendado para trabalhos de

manutenção onde envolvam vários trabalhadores, sendo alguns de

áreas que não são afins à área elétrica, tais como mecânicos,

ajudantes, pintores, etc.

C) Remoção do aterramento temporário, da eqüipotencialização e

das proteções adicionais; Para liberar o equipamento, máquina ou

painel a alimentação do mesmo deve estar totalmente regularizada,

consultar um “check-list” para reenergização.

D) Remoção da sinalização de impedimento de reenergização; Retirar

toda sinalização e barreiras.

E). “Destravamento”, se houver, e religação dos dispositivos de

seccionamento. Religar a chave de alimentação e testar o

equipamento, máquina ou painel.